Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr
O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.
Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.
Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.
Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.
Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!
Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.
VISITE SEMPRE O CANTINHO VIRTUAL DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-ÍJUIS.http://acampamentodapoesia.blogspot.com/
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
POEMA ENVIADO POR RENATO SCHORR
Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr
O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.
Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.
Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.
Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.
Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!
Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.
VISITE SEMPRE O CANTINHO VIRTUAL DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-ÍJUIS.http://acampamentodapoesia.blogspot.com/
Por: Renato Schorr
O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.
Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.
Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.
Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.
Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!
Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.
VISITE SEMPRE O CANTINHO VIRTUAL DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-ÍJUIS.http://acampamentodapoesia.blogspot.com/
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
VirArte na Feira do Livro de São Luiz Gonzaga
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