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domingo, 2 de dezembro de 2012

A ORIGEM DO NATAL - Por Otavio Reichert


 

Por Otavio Reichert...

A ORIGEM DO NATAL

 

Foi um profeta que o disse bem antes de acontecer...

Em Belém ia nascer um menino abençoado.

Cumpriu-se o profetizado quando numa estrebaria 

Nasceu o divino Jesus concebido por Maria.

 

Que Ele era filho de Deus José também o sabia.

E um anjo em sonhos dizia o que deviam fazer.

Precisaram se esconder e fugir para outro estado,

pois que foram perseguidos por ordem de um rei malvado.

 

José e Maria cuidaram como os pais cuidam da gente.

Jesus foi jovem obediente nos estudos e afazeres.

Quando adulto seus poderes transformaram água em vinho

E milhares de pessoas o esperavam nos caminhos.

 

Depois de ascender ao céu e renovada a fé do povo,

iniciou-se “Tempo Novo” ao nascimento de Jesus.

O berço da sua luz deu origem ao natal.

Lembra amor e humildade esta data celestial.

 

A palavra “natalícia” ao dia que nós nascemos,

a Jesus Cristo elegemos por espírito cristão.

E onde houver união o Natal se faz magia...

Que todo filho de Deus partilhe desta alegria.

 

Ao nascimento de Jesus três pastores de ovelhas...

Guiados pela centelha de uma estrela no oriente,

doaram vários presentes para expressar gratidão.

Que seja eterno o Natal no meu e teu coração.




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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fwd: POEMA MÃE! MÃE! MÃE! por SolBatt


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Mensagem original
De: solsolbat < solsolbat@bol.com.br >
Para: varaldoluna@gmail.com
Assunto: POEMA MÃE! MÃE! MÃE! por SolBatt
Enviada: 06/05/2009 02:00

 

MÃE!
    MÃE!
        MÃE!
 És  amor personificado.
Nome bendito,
Olhar cuidadoso,
Poema de sonhos,
Suave perfume,
Carícia sublime,
Alvorada de luz,
Calor humano.
Na tua oficina do amor, aprendemos a  semear o amor e a paz!
Repartimos um pouco de nós com aqueles que DEUS colocou em nossas vidas.

MÃE!
             MÃE!
                    MÃE!
éÉs benção dos céus!

Estrela guia,

Voz pura,

Olhar cuidadoso,

Flor bela,

Palavra sincera,

Gesto carinhoso,

Destino conduzindo outro destino.

Paz no infinito.

Mulher  sábia que desvenda os segredos da vida.


    MÃE!
             MÃE!
                    MÃE!
    
 És o exercício permanente do amor!

Solange da Cruz Battirola

http://www.poetasdelmundo.com/verInfo.asp?ID=4608

 

É licenciada em Pedagogia pela URI – Universidade Regional Integrada. Doutoranda em Educação pela UTIC – Universidade Tecnológica Intercontinental. Professora da Rede Estadual de Ensino,  tem trabalhos publicados no livros: Voragem, Aldeias, Presença, Afluências, Letras Contemporâneas, Revistas Pedagógicas, agendas poéticas,  escreve semanalmente para o Jornal Missioneiro e mantém a coluna mensal do VirArte, no Jornal Igaçaba. Considera-se aprendiz da vida e de seus encantos, mora no município de São Luiz Gonzaga, Rio Grande do Sul, faz parte do Movimento Literário virArte e do Instituto Histórico e Geográfico/ SLG.



E-mail:
solsolbat@bol.com.br

BLOG:

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

POEMA ENVIADO POR RENATO SCHORR

Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr

O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.

Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.

Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.


Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.


Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!


Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.

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POEMA ENVIADO POR RENATO SCHORR

Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr

O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.

Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.

Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.


Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.


Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!


Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.

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sábado, 2 de outubro de 2010

AS FLORES ESTÃO VOLTANDO? João Justiniano

AS FLORES ESTÃO VOLTANDO?




As flores estão voltando,

mês de setembro, é verdade...

Os jovens estão amando,

E eu o quê? - Sinto saudade...



Abre-se o sol. Manso, brando,

desponta a felicidade...

O tempo roda cantando,

e eu conto a triste saudade....



É setembro, a primavera

vem logo mais, muda a era,

brotas flores, nos rosais...



E eu aqui, Deus louvado,

Na idade desconsolado,

Esperando o quê? Que mais?



II



Conto o tempo como o tempo

conta a vida indefinido...

É um contar dolorido

porque se conta em destempo...



Meu mundo passou... Perempto

deixou o ontem vencido.

O amanhã? Não tem sentido

o meu amanhã de tempo...



Quem fecha, gente, os noventa,

aguenta, por que aguenta,

sorrindo pra não chorar!



O consolo, a mim, por Deus,

é este poema que os meus

noventa sabem cantar...



III



Adeus, adeus ilusões,

Se eu, setembros vir a mais,

não os verão meu cabedais

de sonhos e comunhões...



Vê-los-ão em lampiões

de fuscos, doridos ais,

meu passado, o nunca mais,

de quem cria, sensações...



A idade longa é mentira,

fantasia que se aspira

só para contar o tempo...



Canta João, tua lira,

sustente a triste mentira

de ser mentira de tempo.
 
 
 
 
 

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Rimas e Flores - Francisca de Carvalho Messa

RIMAS E FLORES
Francisca de Carvalho Messa

Espalhei meus versos
Onde cantei o amor
Por jardins diversos
Misturei poesia com flor
São do mesmo universo
Os poemas são doces
As rosas perfumadas
Nada ficou disperso
Continuei espalhando
Minhas rimas nas praças
Entreguei aos namorados
Coloquei nas vidraças
Quero todos motivados
A ler meus poemas
Vai ser bom o resultado
Com certeza trocarão agrados
Até um beijo roubado
Versos de Amor!
Tira o casal da rotina
Oferecer à mulher uma flor





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POETA NÃO TEM IDADE - Francisca de Carvalho Messa

POETA NÃO TEM IDADE

Francisca de Carvalho Messa

(Prosa poética)



O poeta tem como preceito

Não admitir discriminação

E muito menos preconceito

Ele fala com alma e coração

Poetas querem ter o direito

De expor seus versos tal canção

Causando com muito jeito

Aos leitores boa apreciação

O texto precisa ser perfeito

Com bastante imaginação

Para o leitor ficar satisfeito

A idade do poeta é neutra

Lembrem de Cora Coralina

Escrevia tal fosse uma menina

Cuidado críticos improvisados

Ao usar adjetivos impensados

Podem ofender o criticado

A poesia fala de amor carinho

Esses sentimentos cabe à todos

Das crianças ou mais idade

Se refira aos poetas como seres

Sensíveis, veja a capacidade

Isso que interessa e não a idade

Sapiência é dom da maturidade

Preste atenção na sensibilidade

Do seu semelhante sem ofender

Fale, escreva sem ferir dignidade






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terça-feira, 27 de abril de 2010

NOS CAMPOS DA TERRA - Poesia de Otávio Reichert

Nos campos da terra

“E os campos da nossa terra?”
é o tema que nos embala
para maior sapiência
por favor, fiquem na sala.

Quem desperta a inteligência
em todo ato que faz
trabalha com mais leveza
e mais receita lhe traz.

Por sobre os mais belos campos
têm histórias não escritas
aquelas que nós vivemos
serão sempre as mais bonitas.

Sob o solo os dinossauros
são fósseis de outras eras
e o petróleo se formou
sob a crosta dessas terras.

Neste chão verte um tesouro
em abundância por aqui
há muita gente de olho
no aquífero guarani.

Otavio Reichert


Cordiais saudações!
Mário Simon
http://acampamentodapoesia.blogspot.com/

Solange da Cruz Battirola
http://solbatt.blogspot.com/

Poema de João Justiniano

Tamos indo bem, seu Mário, tamos indo bem, dona Battirola, tamos indo bem!
Com certeza até o próximo encontro estaremos com milhares de leituras  neste blog.
E para o pessoal não pensar que apesar de escravo do soneto não escrevo coisa diferente,
vai esta:

CRISTO NASCEU.
                25-12-07.

Meia noite, vinte e quatro de dezembro.
O ano?
Zerou, e começa nova era...
O galo canta:
- Cristo nasceu!
E a ovelha bala:
- Pois é...
Dá sopros, mugindo, o boi:
- Não foi! Não foi!
Vêm os cordeiros agora,
contemplam o nascituro.
Vêem
a estrela encimando a mente
e dizem aos animais:
- Senhores,
cantai, a Estrela é de Davi.
É um novo rei que nos vem...

- Mas logo aqui em Belém,
mastiga o muar zangado,
e volta a ovelha:
- Pois é!

Chegam depois os reis,
olham, reolham, festejam.
Oferecem mirra e incenso,
óleos santos do oriente
e dizem:
- Nós vimos a estrela e a seguimos...
Está escrito no passado
que numa gruta, em Belém,
nasce o rei da humanidade.
Nós viemos adorá-lo.

Todos, todos os presentes,
pastores e animais,
respondem em coro:
- Nós também!

E juntos cantam:
- Nasceu, nasceu,
Jesus nasceu em Belém
para glória do Senhor
e paz da humanidade.
Viemos testemunhar.

--
Visite e convide seus contatos.
http://poetasdoacampamento.blogspot.com/

CONTATOS:
solsolbat@bol.com.br
mariosimon@terra.com.br



JOÃO JUSTINIANO


Que ótima notícia meus amigos, que ótima notícia! Vamos-nos ler uns aos outros. Bravos!
Parabenizo pelo lançamento do 8 Afluências!
Meu abraço e minha saudade.
João Justiniano
--
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sábado, 20 de fevereiro de 2010

O CARPINTEIRO DO FOGO

Amigo
Girvani Poeta...
Seu soneto está postado.
Forte abraço!


____________________________




O Carpinteiro do Fogo


Vou talhando a linha do teu ventre
Como quem burila uma fausta chama.
Tenho nos olhos teu fogo e entre
Os lábios as fagulhas dessa flama.
Vou moldando o calor dos teus suspiros
Como quem talha sua gêmea forma,
A queimar-me no ardor do teu gemido
Diante da musa que se transforma:

Fogo-fátuo, fogo-selvagem, fogacho...
E o talha-frio esculpe o calor
do teu sorriso que se acende em facho.

E cada vez torno-me mais inteiro:
sangue em brasa, pele e alma em flor
N´arte ardorosa de um carpinteiro.






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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

APENAS UM SONETO

LEGENDA

19-12-09.

Quero ser terno e puro no poema,

e ter a linha reta. Curva zero.

Busco o simples no texto, o mais severo,

de modo que semelhe o alvor da gema.

Esta mão seja leve e eu não tema

no instante de compor o que bem quero,

à hora de trinar igual ao mero,

ou de acender a luz, marcar o trema.

Que mais desejo eu? Chegando ao fim,

quero, soltas aos ventos minhas cinzas,

voltar à eternidade de onde vim...

Tudo esquecido seja. Meu labor,

bem feitos e mal feitos, tudo cinzas,

Fique a legenda: – "a fé e a paz, o amor"!

APENAS UM SONETO.

07-01- 010

Eu quero um mar de rosas no teu colo

Vermelhas, brancas, rosas, multicor.

Risos e festas para o nosso amor,

Você Diana, eu amoroso Apolo.

Acácias no jardim, música em solo.

O simples voejar do beija flor.

Luz, sempre mais luz, mais luz... Calor!

Eu, cabeça pousada no teu colo...

Nós dois, você menina, eu infante,

A vida um riso. E sempre mais galante,

Aponto a estrela – Há de enfeitar teu leito.

- Não meu, mas nosso, dizes, rico enfeite...

O tempo foi-se, e, para teu deleite,

Não pude a estrela... Apenas um soneto...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

INESQUECÍVEL E PRESENTE

INESQUECÍVEL




DO ACAMPAMENTO DA POESIA


JÁ HAVIA OUVIDO FALAR.


MAS FOI APENAS NO OITAVO


QUE PUDE PARTICIPAR.



FUI MUITO BEM RECEBIDO,


POR TODOS FUI BEM TRATADO.


AMOR À PRIMEIRA VISTA


E EU FIQUEI APAIXONADO.



A compareceu LUA


IlUmInAr PARA A GENTE.


E TUDO QUE VI E OUVI


ILUMINOU MINHA MENTE.



O LUGAR É MUITO LINDO,


PRESENTE DA NATUREZA.


AS POESIAS E AS PRENDAS:


UM DESFILE DE BELEZA.



DORMIR ESCUTANDO Os Grilos


E O CHUA DA Corredeira.


ACORDAR COM OS PASSARINHOS


E ÁGUA QUENTE NA CHALEIRA.



TOMAR MATE COM OS AMIGOS,


JOGANDO CONVERSA FORA.


COMO O QUE É BOM DURA POUCO,


ADEUS: PRECISO IR EMBORA.





RODOLFO GUEDES RIBEIRO


LONDRINA-PR







PRESENTE




NOITE FELIZ, NOITE DE PAZ


TODO MUNDO FALA, POUCA GENTE FAZ.


DIA DE FESTA, NOITE DE LUZ,


LEMBRAM DE TUDO, MAS Esquecem JESUS.


AMIGO OCULTO, Roupa Nova e Casa Enfeitada


PANETONE COM TRUFAS, CHAMPAGNE GELADA.


APESAR DO CALOR, AINDA FAZ FRIO.


GELADEIRA CHEIA, CORAÇÃO VAZIO.



MAS HÁ ALGO ESTRANHO NO AR GOSTOSO.


MALUCA UMA VONTADE DE RIR E CHORAR.


Mesa Farta, todo mundo contente.


TEM-SE TUDO, SÓ FALTA O "Presente".


POR FAVOR, VENHAM TODOS CANTAR


POIS O ANIVERSARIANTE JÁ ESTÁ PRA CHEGAR.


Independentemente DO LUGAR E DA CRENÇA,


O MELHOR PRESENTE AINDA É A PRESENÇA.



OS PAIS PRESENTES NA VIDA DO FILHO.


Juntinhos, COMO A PALHA NO MILHO.


TECENDO O MUNDO COM TODO CARINHO


A CRUZ E A COROA DE ESPINHOS.


OS SONHOS ... O CORRE-CORRE DA VIDA


ESQUIVANDO SE DAS DROGAS E DA BALA PERDIDA,


O DIÁLOGO PRESENTE NA ESCOLA, NA RUA E NO LAR.


FULANO! PRESENTE. PARABÉNS! É NATAL!



NOITE FELIZ, NOITE DE PAZ E DE LUZ.


TODOS PRESENTES, EU, VOCÊ E JESUS.





RODOLFO GUEDES RIBEIRO


LONDRINA-PR




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Poema

Vai anexo também; com imagem

 

 

ILUSÕES

 

Em palavras, rebusques,

demonstram cultura.

Vestidos e ternos

passeando na praça.

É capa tão tênue

que o olho desfaz.


Otavio Reichert

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Romance - Marjorie Bier

Ser uma mulher livre não me ensinou a amar direito, embora eu acredite
ter aprendido algumas sutilezas, alguns deslizes do coração.

O tipo de amor que dedico parece estranho no primeiro momento. Talvez
por isso mesmo é que eu o reconheça como amor. Não existem sentimentos
pré-estabelecidos, mas códigos delicados que o divulgam e botam medo.

Assustado, procuras em mim o que poderias encontrar em qualquer
pessoa: irmãos, garçons, mulheres ao alcance dos lábios e dos dedos.
Mas queres romance. Pipoca e sessão da tarde com garantia de happy
end.

Esse amor que eu sinto poderia, também, gerar um final feliz com
contas divididas, passeios pelo parque, trilha sonora melosa, mas
gosto tanto, inteiro, que não quero me preocupar com as claquetes, com
os cenários, com nada além de mim, além de você, do nosso cuidar
desajeitado.

Poulain na penúltima cena. Betty Blue às duas da manhã. Posso ser o
que você quiser em seu pensamento. Não entendo os nossos processos,
mas criei-me livre para dizer que te amo muito, aberta, incorreta, sem
conceito algum. Te amo sem nem saber se este é o nome que se dá a esse
sentimento. Mas que seja amor. Ou que não seja. Sou livre e amo. E
subscrevo-me.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tristeza Fotográfica - Marjorie Bier

Tua foto em minhas mãos mais uma vez nesta manhã. Depois de tanto
tempo, de tantas vezes vista. Nesta imagem em que te capto, teus olhos
já estão cansados. Seguem, anestesiados, em direção à minha lente.

Depois de tanto tempo, de tantas vezes vista, teu sorriso aberto
parece se fechar, como se a foto, de tão agredida, pudesse se mover.
Teus cabelos haviam sido cortados no dia desta fotografia, mas já
passou tanto tempo. Hoje, descubro tua pele mais clara, um tom azulado
em tua aura. Depois de tantos anos. Depois de tantas vezes vista.

A felicidade desbotada perde o viço na fotografia. Te envelheceu a
imagem manchada e o papel deteriorado. O retrato não disse nada.
Fotografias não falam. Retratos não revelam depois de tanto tempo e de
tantas vezes já vistos.

Tua fotografia me deixa tão triste.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pingo de Gente

Em silêncio, passou por mim a criança. Corria, com suas perninhas
pequenas, entre a varanda e a sala de estar. Ela, deslumbrada com a
chuva que batia na beirada da janela e, vez por outra, voava em
direção ao vidro em acrobacias mirabolantes. A família, perplexa
diante de tamanha alegria.
Não usava sapatos a menina. Na ponta dos pés, pulava as poças
imaginárias e sorria. Brincava alto com sua própria voz assombrada. O
avô, com a mão cautelosa entre o queixo e a bengala, deixava escorrer,
disfarçado de chuva, a sua preguiçosa memória acordada.Com o vento, a porta se abre. Corre a criança com seus cabelos
cacheados. Senta no degrau da varanda e recolhe, do cantinho das
pedras, uma única gota de água. E volta para casa e senta na sala e
mantém seu segredo guardado.Da porta do quarto, observava encantada, aquele pinguinho de gente
descobrindo o amor ao cuidar do seu pequeno pingo de chuva nas mãos.
Marjorie Bier - Redatora Publicitária e mais um monte de coisas que
voc~e encontra no blog http://marjoriebier.wordpress.com/



sábado, 14 de novembro de 2009

Paciência (Maria Elisa Berwanger)

Paciência

Busca a paciência dos velhos monges
nos claustros dos mosteiros úmidos,
silêncio crepuscular das eras,
rasgadas sombras
por réstias de sol na atmosfera.

Evolação de velas,
bailarinas imagens
na parede nua
da fria cela,
tingida em paz, oração e lua.

O puído terço
rolando contas entre dedos magros,
monótona voz, cantilena de salmos sagrados.

Busca essa paciência amiga,
sem sobressaltos altos,
essa paciência de pés descalços,
que já vem antiga.

Banha a alma
no silêncio dos silêncios vivos,
repleto de brancos pássaros,
de branco sensitivo.

Busca a paciência que há milênios se remonta,
um canto teu,
inviolável ao turbilhão das ondas,
lá onde nunca hão de cobrar-te a conta...



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cleide Muniz Sanches

Olá, estou enviando um poema para ser postado no blog! que por sinal está muito LEGAL!!!!! Estou adorando!
 
 

Paisagem

 

Eu me integro na eternidade da paisagem,

Desta mesma paisagem de onde vim, de que sou e para onde irei,

Planuras habitadas pelo gênio caseiro dos camponeses

Dos lavradores e das lavadeiras que namoram riachos

E gastam os olhos nas águas e os dedos na espuma do sabão.



Chegou o Windows 7. Deixe seu computador mais simples e fácil. Clique para conhecer.

POETAS DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-IJUÍS

PARQUE DAS FONTES - ENTRE-IJUÍS - MISSÕES - RS

Lançamento do Livro Afluências 8 dos Poetas do Acampamento da Poesia por SolBatt