Girvani Poeta...
Seu soneto está postado.
Forte abraço!
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LEGENDA
19-12-09.
Quero ser terno e puro no poema,
e ter a linha reta. Curva zero.
Busco o simples no texto, o mais severo,
de modo que semelhe o alvor da gema.
Esta mão seja leve e eu não tema
no instante de compor o que bem quero,
à hora de trinar igual ao mero,
ou de acender a luz, marcar o trema.
Que mais desejo eu? Chegando ao fim,
quero, soltas aos ventos minhas cinzas,
voltar à eternidade de onde vim...
Tudo esquecido seja. Meu labor,
bem feitos e mal feitos, tudo cinzas,
Fique a legenda: – "a fé e a paz, o amor"!
APENAS UM SONETO.
07-01- 010
Eu quero um mar de rosas no teu colo
Vermelhas, brancas, rosas, multicor.
Risos e festas para o nosso amor,
Você Diana, eu amoroso Apolo.
Acácias no jardim, música em solo.
O simples voejar do beija flor.
Luz, sempre mais luz, mais luz... Calor!
Eu, cabeça pousada no teu colo...
Nós dois, você menina, eu infante,
A vida um riso. E sempre mais galante,
Aponto a estrela – Há de enfeitar teu leito.
- Não meu, mas nosso, dizes, rico enfeite...
O tempo foi-se, e, para teu deleite,
Não pude a estrela... Apenas um soneto...
AMIGO POETA... AMIGA POETISA Que os Anjos bons te inspirem e te iluminem. Comemorem a vida!! Com carinho, Renatinho |
INESQUECÍVEL DO ACAMPAMENTO DA POESIA JÁ HAVIA OUVIDO FALAR. MAS FOI APENAS NO OITAVO QUE PUDE PARTICIPAR. FUI MUITO BEM RECEBIDO, POR TODOS FUI BEM TRATADO. AMOR À PRIMEIRA VISTA E EU FIQUEI APAIXONADO. A compareceu LUA IlUmInAr PARA A GENTE. E TUDO QUE VI E OUVI ILUMINOU MINHA MENTE. O LUGAR É MUITO LINDO, PRESENTE DA NATUREZA. AS POESIAS E AS PRENDAS: UM DESFILE DE BELEZA. DORMIR ESCUTANDO Os Grilos E O CHUA DA Corredeira. ACORDAR COM OS PASSARINHOS E ÁGUA QUENTE NA CHALEIRA. TOMAR MATE COM OS AMIGOS, JOGANDO CONVERSA FORA. COMO O QUE É BOM DURA POUCO, ADEUS: PRECISO IR EMBORA. RODOLFO GUEDES RIBEIRO LONDRINA-PR
PRESENTE NOITE FELIZ, NOITE DE PAZ TODO MUNDO FALA, POUCA GENTE FAZ. DIA DE FESTA, NOITE DE LUZ, LEMBRAM DE TUDO, MAS Esquecem JESUS. AMIGO OCULTO, Roupa Nova e Casa Enfeitada PANETONE COM TRUFAS, CHAMPAGNE GELADA. APESAR DO CALOR, AINDA FAZ FRIO. GELADEIRA CHEIA, CORAÇÃO VAZIO. MAS HÁ ALGO ESTRANHO NO AR GOSTOSO. MALUCA UMA VONTADE DE RIR E CHORAR. Mesa Farta, todo mundo contente. TEM-SE TUDO, SÓ FALTA O "Presente". POR FAVOR, VENHAM TODOS CANTAR POIS O ANIVERSARIANTE JÁ ESTÁ PRA CHEGAR. Independentemente DO LUGAR E DA CRENÇA, O MELHOR PRESENTE AINDA É A PRESENÇA. OS PAIS PRESENTES NA VIDA DO FILHO. Juntinhos, COMO A PALHA NO MILHO. TECENDO O MUNDO COM TODO CARINHO A CRUZ E A COROA DE ESPINHOS. OS SONHOS ... O CORRE-CORRE DA VIDA ESQUIVANDO SE DAS DROGAS E DA BALA PERDIDA, O DIÁLOGO PRESENTE NA ESCOLA, NA RUA E NO LAR. FULANO! PRESENTE. PARABÉNS! É NATAL! NOITE FELIZ, NOITE DE PAZ E DE LUZ. TODOS PRESENTES, EU, VOCÊ E JESUS. RODOLFO GUEDES RIBEIRO LONDRINA-PR
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Prezados Amigos Em anexo seguem duas poesias de minha autoria para serem colocadas no BLOG DO ACAMPAMENTO. Muito obrigado pela atenção! Rodolfo Guedes Ribeiro Londrina-PR |
Vai anexo também; com imagem
ILUSÕES
Em palavras, rebusques,
demonstram cultura.
Vestidos e ternos
passeando na praça.
É capa tão tênue
que o olho desfaz.
Otavio Reichert
Estimadíssimos JANDIRA e MÁRIO SIMON
(anfitriões do Acampamento da Poesia)
Com a alma iluminada pela luz da aurora deste dia fulgurante (coisa rara nesta sucessão de dias chuvosos e úmidos que vêm castigando o solo gaúcho desde o mês de setembro), escrevo-lhes:
Abençoados os amigos, cujas irradiações emanam de todos os elementos que brilham, e assim me é a lembrança de vocês, pois dou-me conta da eternidade que vive na essência do virtuoso sentimento de amizade!
Queridos amigos, ainda que o céu se derreta intensamente sob os destemperos climáticos, sei que há pedaços de sol aí em vosso recanto, e o carinho e a hospitalidade de vocês são grãos de amor que encontraram terra fértil em meu coração, constantemente visitado pela inspiração.
Nesta oportunidade, lhes mando – soprados pelos lábios do vento – os votos de um FELIZ NATAL e ABENÇOADO ANO VINDOURO!
Com os fios da saudade e das boas recordações de minhas estadias entre vós, Jandira e Mário, aqui no “Porto dos Casais” continuarei bordando os caminhos que nossa sincera amizade inventa!
Um GRANDE abraço desta amiga e irmã na poesia: Lúcia Barcelos
Para fazer suas postagens (publicar poemas), envie mensagem para
poetadoacampamento@gmail.com
Assim que for editada a mensagem, ela cai no blog
htt://poetasdoacampamento.wordpress.com/
Divulgue, participe!
Já está no ar o blog oficial do Acampamento da Poesia.
As postagens serão moderadas para que consigamosmanter um layout limpo
e de fácil leitura.
Os textos devem ser enviados para poetadoacampamento@gmail.com
O tipo de amor que dedico parece estranho no primeiro momento. Talvez
por isso mesmo é que eu o reconheça como amor. Não existem sentimentos
pré-estabelecidos, mas códigos delicados que o divulgam e botam medo.
Assustado, procuras em mim o que poderias encontrar em qualquer
pessoa: irmãos, garçons, mulheres ao alcance dos lábios e dos dedos.
Mas queres romance. Pipoca e sessão da tarde com garantia de happy
end.
Esse amor que eu sinto poderia, também, gerar um final feliz com
contas divididas, passeios pelo parque, trilha sonora melosa, mas
gosto tanto, inteiro, que não quero me preocupar com as claquetes, com
os cenários, com nada além de mim, além de você, do nosso cuidar
desajeitado.
Poulain na penúltima cena. Betty Blue às duas da manhã. Posso ser o
que você quiser em seu pensamento. Não entendo os nossos processos,
mas criei-me livre para dizer que te amo muito, aberta, incorreta, sem
conceito algum. Te amo sem nem saber se este é o nome que se dá a esse
sentimento. Mas que seja amor. Ou que não seja. Sou livre e amo. E
subscrevo-me.
Depois de tanto tempo, de tantas vezes vista, teu sorriso aberto
parece se fechar, como se a foto, de tão agredida, pudesse se mover.
Teus cabelos haviam sido cortados no dia desta fotografia, mas já
passou tanto tempo. Hoje, descubro tua pele mais clara, um tom azulado
em tua aura. Depois de tantos anos. Depois de tantas vezes vista.
A felicidade desbotada perde o viço na fotografia. Te envelheceu a
imagem manchada e o papel deteriorado. O retrato não disse nada.
Fotografias não falam. Retratos não revelam depois de tanto tempo e de
tantas vezes já vistos.
Tua fotografia me deixa tão triste.
acampamentodapoesia.solbatt@blogger.com
No item assunto: VOCÊ DIGITA O TÍTULO COM SEU NOME.
No espaço da mensagem, escreva seu poema, sua poesia, seu texto, suas idéias...
Imediatamente, será publicada no nosso blog. Contamos contigo para o
sucesso de nosso trabalho!
Basta conferir: http://acampamentodapoesia.blogspot.com/
Forte abraço!
Mário Simon
Escritor e Criador do Acampamento da Poesia
Solange Battirola
Poetisa que realiza os registros fotográficos do Acampamento da Poesia
| Paciência Busca a paciência dos velhos monges nos claustros dos mosteiros úmidos, silêncio crepuscular das eras, rasgadas sombras por réstias de sol na atmosfera. Evolação de velas, bailarinas imagens na parede nua da fria cela, tingida em paz, oração e lua. O puído terço rolando contas entre dedos magros, monótona voz, cantilena de salmos sagrados. Busca essa paciência amiga, sem sobressaltos altos, essa paciência de pés descalços, que já vem antiga. Banha a alma no silêncio dos silêncios vivos, repleto de brancos pássaros, de branco sensitivo. Busca a paciência que há milênios se remonta, um canto teu, inviolável ao turbilhão das ondas, lá onde nunca hão de cobrar-te a conta... |
Paisagem
Eu me integro na eternidade da paisagem,
Desta mesma paisagem de onde vim, de que sou e para onde irei,
Planuras habitadas pelo gênio caseiro dos camponeses
Dos lavradores e das lavadeiras que namoram riachos
E gastam os olhos nas águas e os dedos na espuma do sabão.
DESPEDIDA.
João Justiniano
13.02-07, ÁS 22H.
A despedida dói. É isso aí, querida;
pede renúncia e paz, sempre respeito e afeto.
A última palavra amenize a ferida;
toda separação deixa um casal sem teto.
O coração da gente em chaga e a alma inquieta,
pretendem recuar, vacilam. Exaurido
O sentimento grita. E é torta a linha reta.
Uma curva embaçara a outra curva. Exceto
A razão - nada é certo. E essa mesmo chafurda!
"Que farei eu agora, ela diz, quem por mim,
quando o passado é morto e a dianteira é surda"?
É parar e pensar. Isso não é o fim.
É antes recomeço. Um chinês e uma curda,
ele espera você e ela espera a mim...
A
Curvei-me reverente, humílimo, contrito,
de tanto agradecido ao céu, que das alturas,
desceu a abençoar-me, a mim, pobre e proscrito,
sem expressão qualquer, sem vôos ou singraduras.
Orando perguntei-me e perguntei ao mundo,
que de merecimento eu tive em toda a vida
para tamanho amor do infinito oriundo...
Nem menos e nem mais, ouvi - que ser poeta,
sonhar estrelas, luz... Curvar-se à preferida
dos deuses do infinito - a mulher, meu profeta...
Mensagem original
De: João Justiniano < joaojustiniano@terra.com.br >
Para: solsolbat < solsolbat@bol.com.br >
Assunto: Re: [ACAMPAMENTO DA POESIA DE EN TRE-IJUÍS]
Enviada: 11/11/2009 14:55
Envaidecido e quanto, Solange, pelo ícone!Nem, podia imaginar. Dá vontade de publicar mais livros. E escrever indefinidamente.Ê, e como é fácil publicar no blog. Passar-te o texto e pronto.Vai então mais este. Fácil assim, enviarei sempre mais um.João JustinianoA Vida do Poeta
25.08.75
A vida do poeta é uma flor entreaberta,
uma esperança, um canto, a ilusão pressentida;
o gosto do trabalho e da vitória certa,
e, com certeza a dor, que robustece a vida.
De passagem o tempo, a que ele chama lida,
que constrói e destrói, que comanda e conserta.
E a alma, acima do tempo, eterna, não vencida,
Posposta às gerações a que anima e desperta.
É feliz porque entende essa expressão de nada
e tudo que resume e confunde a existência
ora tranqüila e mansa, ora desesperada.
Pode viver em paz um centenário inteiro,
Cantando o amor, cultuando a fé e a inteligência,
um século transpor, janeiro após janeiro.
Mensagem original
De: João Justiniano < joaojustiniano@terra.com.br >
Para: solsolbat < solsolbat@bol.com.br >
Enviada: 09/11/2009 23:05
Olhe aí pessoal! O que escrevia há cinquenta anos.
O soneto a seguir, é do meu primeiro livro, editado em 1960 em Belém do Pará.
João Justiniano
Credo
Eu creio no perfume das mulheres
E no frescor da carne feminina.
Creio no amor, no gozo e em seus misteres,
A dádiva maior da mão divina.
Eu creio na beleza - e se disseres
Que há mulher feia, é que não tens a sina
De ter mãe viva ou esposa entre as mulheres,
Nem tens irmãs ou filha pequenina.
Eu creio na mulher – a singeleza,
Vigor e bem, poder reprodutivo,
Sacrifício, humildade, amor, pureza.
Eu creio enfim, que a humanidade, a vida,
Vem tudo da mulher - ser primitivo,
Benção de Deus à terra atribuída.
João Justiniano da Fonseca
Marjorie Bier - Redatora Publicitária e blogueira inveterada.
http://marjoriebier.wordpress.com/
Coleciono livros inacabados. Leituras nunca findadas. Finais felizes e
outros nem tanto a espera de meus olhos cansados. Sou refém de páginas
nunca lidas por medo do vazio do depois. Faço das palavras alheias um
píer pra me precipitar. E quase vou.
Passo horas imaginando rostos, sequências em slow. Determino cheiros,
paisagens e rituais que depois são abortados de mim. Perco o essencial
daquilo que me vê e me transfere sem os modernos apetrechos digitais.
Sou uma órfã sem esperança literária de adoção.
Marjorie Bier - redatora Publicitária, blábláblá, blogueira inveterada
http://marjoriebier.wordpress.com/
Mensagem original
De: otavio.reichert < otavio.reichert@bol.com.br >
Enviada: 09/11/2009 21:05
O piquenique do cuscoSoltei o cachorro pecapara ter mais liberdadepois quem mora na cidadetem espaço bem menor.Correndo no campo abertoFoi soltando seu instintoFuçou toca e labirintoCheirou tudo a seu redor.Já foi fazendo xixiPra demaracar territóriovou fazer o relatóriode outras coisas que fez.Fugindo de quero-querosPerseguiu duas preáslatiu contra sabiáslevou chifrada da rês.Quando é verão na campanhao lagarto sai da tocaparece até que provocapra fazer um corrida.Na direção das pedreiraso bicho entrou num buracodo rabo perdeu um nacoonde o cão deu a mordida.De branco ficou vermelhobem antes de vir-se emborade saudade hoje choraao lembrar do piquenique.Veio junto um carrapatogrudado no seu pescoçoe da mata trouxe um ossocom o qual brinca... nos chiliques.Otavio Reichert