domingo, 25 de março de 2012

Dia Mundial da Poesia


 




Assunto: Dia Mundial da Poesia


Um sopro de vida nos enche os pulmões e nasce a poesia.




Dia Mundial da Poesia

 

 

Não tenho nada que me valha mais do que a Poesia. Dia vinte e um de março, por obra da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a obra dos poetas tem licença pra passar. Meio porta-estandarte, quase um Dom Quixote, o poeta avança em direção aos seus. Cada filho de Deus tem o dom da Poesia. Quem não faz versos, aprecia-os. Apreciar é fazer, enfim, o seu dia, a poesia.

Quanta vida sem nada de vida, correndo pelos ralos, como se a vida não valesse mais do que um cifrão num papel que surge ao final do mês! Poesia, muitos dizem, não enche barriga. Mas Poesia, caro amigo, enche a alma. Mesmo que a gente sofra, mesmo que a gente chore, não há de ser nada: sofrimento, com a Poesia, vira verso, e as lágrimas nada mais são do que as gotículas do grande mar interno que se faz eterno.

A Poesia tem seu dia no mundo: o Dia Mundial da Poesia. Por isso, como se fosse costume, nada de mais, pare um pouco a rotina, saia do modo automático que lhe rege as últimas horas, os últimos dias, os últimos meses e os últimos anos: pare e pense no quanto a Poesia nos deve ajudar. A folha que um vento carrega pra longe da árvore só pode viver se tiver um bocado de sonho, uma velha varanda onde à noite pousar.

 

Olivaldo Júnior

Moji Guaçu, SP, vinte de março de 2012.

 

http://youtu.be/LYqlYsZyw38

 




sábado, 6 de agosto de 2011

PAIXÃO - DRUMMOND


VISITE SEMPRE O CANTINHO VIRTUAL DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-ÍJUIS. http://acampamentodapoesia.blogspot.com/

quarta-feira, 13 de julho de 2011

CONVITE PARA PUBLICAR NA AGENDA VIRARTE

Movimento virArte
Fundação: 21/10/2003
Reg. 1088 de 27/10/2003
CNPJ 05.988.883/0001-03



Agenda
virArte


Coordenadoras:
 Amélia Morcelli – Edinara Leão
 Marfiza Romero Moreira
Solange Battirola  - Viviane Marconato
Colaboradores:
Berenice Dutra – Brasília Figueira
Camarguinho – Chico Sosa
Vyrena – Wilson Guanais
Ivone Avila
Lua seresteira
As estrelas refletem
Noite de poemas!
Onilse Noal Pozzobon
Santa Maria - RS



Reconciliação

Deixei de lado o orgulho
Procurei meu amor
Com saudades do arrulho
Do nosso carinho em flor
Ouvi do mar o marulho
Apreciei da natureza  uma cor
Dei um mergulho num rio
Deixando o rancor na água.
    
Francisca de Carvalho Messa 
     Porto Alegre – RS

Lugar comum

Falar de amor
- lugar comum
Quando infeliz,
eu era poeta
e invejava os felizes;
Hoje, eu sou feliz
e invejo os poetas.

 Edinara Leão
Santa Maria – RS





Participe da Agenda Literária virArte!
·           Estilo livro - 190 pág. – 14X21
·           Capa colorida/plastificada
·           Ficha catalográfica
·           Algumas páginas coloridas

Envie um haicai, quadra ou poeminhas curtos até 4 linhas com tema livre,
até 30/06/  do presente ano

Mande ilustrações, se desejar.
Também serão aceitos 12 sonetos.
Critério: chegada.
(Mencionar quem o convidou)
Escreva logo e envie para
virarteslg@gmail.com
Investimentos e maiores informações entre em contato pelos e-mails:


virarteslg@gmail.com

Seja sócio virArte e participe das decisões e empreendimentos do grupo!
A arte agradece!
Jóia: R$ 10,00 Anuidade: R$ 24,00
(recebe carteirinha)


Informe por quem foste Convidado: ........................

Dúvidas e contato: virarteslg@gmail.com

Fwd: POEMA MÃE! MÃE! MÃE! por SolBatt


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Mensagem original
De: solsolbat < solsolbat@bol.com.br >
Para: varaldoluna@gmail.com
Assunto: POEMA MÃE! MÃE! MÃE! por SolBatt
Enviada: 06/05/2009 02:00

 

MÃE!
    MÃE!
        MÃE!
 És  amor personificado.
Nome bendito,
Olhar cuidadoso,
Poema de sonhos,
Suave perfume,
Carícia sublime,
Alvorada de luz,
Calor humano.
Na tua oficina do amor, aprendemos a  semear o amor e a paz!
Repartimos um pouco de nós com aqueles que DEUS colocou em nossas vidas.

MÃE!
             MÃE!
                    MÃE!
éÉs benção dos céus!

Estrela guia,

Voz pura,

Olhar cuidadoso,

Flor bela,

Palavra sincera,

Gesto carinhoso,

Destino conduzindo outro destino.

Paz no infinito.

Mulher  sábia que desvenda os segredos da vida.


    MÃE!
             MÃE!
                    MÃE!
    
 És o exercício permanente do amor!

Solange da Cruz Battirola

http://www.poetasdelmundo.com/verInfo.asp?ID=4608

 

É licenciada em Pedagogia pela URI – Universidade Regional Integrada. Doutoranda em Educação pela UTIC – Universidade Tecnológica Intercontinental. Professora da Rede Estadual de Ensino,  tem trabalhos publicados no livros: Voragem, Aldeias, Presença, Afluências, Letras Contemporâneas, Revistas Pedagógicas, agendas poéticas,  escreve semanalmente para o Jornal Missioneiro e mantém a coluna mensal do VirArte, no Jornal Igaçaba. Considera-se aprendiz da vida e de seus encantos, mora no município de São Luiz Gonzaga, Rio Grande do Sul, faz parte do Movimento Literário virArte e do Instituto Histórico e Geográfico/ SLG.



E-mail:
solsolbat@bol.com.br

BLOG:

http://solbatt.blogspot.com

 


União Brasileira de Trovadores - CAMPOS DOS GOYTACAZES


 




Mensagem original
De: Diamantino Ferreira
Para: SOLBATT

 
 
 
                     União Brasileira de Trovadores - UBT -

Campos dos Goytacazes

Concurso de Trovas - 2011

 

Palestra de Maria Nascimento Santos Carvalho

Presidente da União Brasileira de Trovadores UBT -

 Seção Rio de Janeiro

Homenagem à UBT e aos Trovadores Campistas

     Data: 18 de junho de 2011.

Local: União Brasileira de Trovadores

Seção Campos dos Goytacazes

------ 0 -----

 

Autoridades presentes,

minhas senhoras, senhores,

inspirados concorrentes,

caros irmãos trovadores:

 

Vir a Campos é um presente

de valor inestimável,

que, além de deixar contente,

une o útil ao agradável.

 

Nesta homenagem, senhores,

começarei pelas bases,

destacando trovadores

de Campos dos Goytacazes.

 

 

Meus amigos:

Cumprindo uma honrosa missão, volto a Campos dos Goytacazes, cidade que amei desde o primeiro olhar, desde os primeiros passos que dei nesta terra gloriosa e apaixonante.

Como disse, foi amor à primeira vista... Vim aqui aplaudir os irmãos Trovadores premiados no Concurso de Trovas, no ano de 1970, e gostei tanto da cidade e de seus habitantes, que, em vez dos dois dias programados, fiquei 10 dias, na casa do casal Conceição e Décio Cunha, na Rua Marquês de Abrantes. Muitas vezes voltei nos anos seguintes, inclusive para receber o prêmio de primeiro lugar do Concurso de Trovas da Associação de Criadores de Canários Campainha.

       Fiz uma palestra no encerramento de um dos eventos trovadorescos, substituindo, por motivo de doença, o saudoso Trovador Luiz Otávio, Príncipe dos Trovadores do Brasil, fundador e Presidente Perpétuo da União Brasileira de Trovadores. Naquela oportunidade, recebi o honroso título de "Namorada dos Trovadores Campistas" e, em consequência, fui transformada numa "Trovadora - poligâmica" (por uma boa causa, é claro...).

       Assim, amigos, versando a palestra sobre os Trovadores de Campos, creio estarmos fazendo uma justa homenagem a Campos dos Goytacazes, esta terra acolhedora, de povo solidário e hospitaleiro.

       A seleção que será a seguir apresentada foi feita de acordo com os três volumes da "Coletânea Trovadores do Brasil" dos anos 1965, 1967 e 1970, organizada pelo saudoso irmão-trovador Aparício Fernandes. Vejamos:

 

 

-Antônio Augusto de Assis (A. A. de Assis): nascido em São Fidélis, é um dos mais notáveis trovadores brasileiros. Ainda bem jovem, criou asas, alçou grandes voos, radicando-se em Maringá/PR onde presta grandes serviços à educação, às letras e à cultura. Escreveu a conhecida "Missa em Trovas", texto usado oficialmente na celebração de missas solenes nos Jogos Florais e Concursos de Trovas. Recentemente recebeu o título de Cidadão Maringaense por seus indiscutíveis méritos.

 

Deus fez a Terra... e, ao fazê-la,

deu-lhe o toque comovente:

fez o céu para envolvê-la

num pacote de presente!

 

 

 

-Constantino Gonçalves

Viola dos meus amores,

levo-te pelos caminhos,

para que faças de flores

e estrada que tenha espinhos.

 

-Denancy Mello Anomal:

Para que possa correr

e alcançar vasto horizonte,

a trova tem que nascer

como nasce a água na fonte.

 

 

-Heraldo Lisboa (De Dores de Macabu): Presidente do Grêmio Brasileiro de Trovadores – Seção juvenil, e, posteriormente, sócio da UBT - RJ.

A Maria Aparecida

é moça para se ver:

- Além do nome, a bandida

deixa tudo aparecer...

 

-José Carlos Guimarães: autor de trovas de rimas simples, consideradas quadras, que raramente eram classificadas nos Concursos e Jogos Florais.

No coração, sendo mancha

de minha ilusão perdida,

saudade é traço marcante

que levo por esta vida!

 

 

-Jesy Barbosa: poetisa e cantora, eleita na década de cinquenta "Rainha da Canção Brasileira".

Quanto mais teu corpo enlaço,

mais padeço o meu tormento,

por saber que meu abraço

não prende teu pensamento.


-Maria de Lourdes Póvoa Bley:

Minha vida... nossas vidas...

algum dia se encontraram

e ficaram tão unidas

que nunca se separaram...

 

-Pedro Manhães: talvez o Trovador mais conhecido da cidade campista. Era poeta, jornalista, membro da Academia Pedralva de Letras e Artes, do Instituto Campista de Literatura e da UBT – Seção de Campos. Faleceu em 15 de dezembro de 1989.

Ai, amor, doce segredo

que não se vê, mas se sente ...

- razão de um eterno enredo

na vida de toda gente!

 

-Rodrigues Crespo:

Não me chames de senhor,

que não sou tão velho assim.

E ao teu lado, meu amor,

não sou senhor nem de mim...

 

-Sílvio Fontoura: Utilizou rima simples numa quadra de excelente qualidade.

Nós todos somos assim,

em qualquer situação:

- Se a razão é contra nós.

nós somos contra a razão.

 

-Antônio Carlos Teixeira Pinto:

Não consigo, madrugada,

de forma alguma entendê-la:

A cada flor despertada,

ter de morrer uma estrela!

 

-João Antonio de Azevedo Cruz: aderiu, na maioria da sua obra trovadoresca, as rimas do 1º com o 4º verso e do 2º com o 3º:

Teu nome, posto no meio

da frase, tem a virtude

de dar à frase mais rude

os ares de um galanteio.

 

-Cid Andrade:

Hei de guardar, na lembrança,

lembranças dos bons momentos...

- Se o meu amor não te alcança,

te alcançam meus pensamentos!

 

-João Rodrigues de Oliveira: tinha predileção pelas trovas brejeiras.

Sempre foi tão reverente

e tão pegado à etiqueta,

que, quando perde um parente,

só toma cerveja preta.

 

-João José Marques Tavares:

Se eu ficasse cego, iria

em pouco tempo morrer.

É que, amor, me mataria

a vontade de te ver.

 

-Phocion Serpa:

A saudade é uma cortina

de tecido singular,

banhada de luz divina,

cor do céu e cor do mar...

 

-Álvaro Duarte Barcelos: nascido em 1905, sócio fundador da Associação Campista de Imprensa e da Academia Campista de Letras. Na década de 60 já clamava a Deus pelos menos favorecidos.

Ó Deus, por que não condenas

os que esqueceram Teu nome,

e deixam a duras penas

os pobres passando fome?

 

-Ângela Maria Sarmet Moreira:

Mãe! Tens de neve os cabelos,

alma pura de menina...

Os teus olhos... só por vê-los

o meu olhar se ilumina.

 

-Durval Coutinho Lobo:

A Vida na solidão

é também felicidade,

quando o amor no coração

se transfigura em saudade.

 

-Isimbardo Peixoto:

Poemas já fiz diversos

àquela que é meu tormento,

porém meus melhores versos

eu lhe escrevo em pensamento.

 

-Milton Nunes Loureiro: saudoso Presidente da UBT-Niterói. Realizou 40 Jogos Florais durante suas vitoriosas gestões. Faleceu em 31.01.2011.

Vivo a espera na lembrança,

mas não sei, amor, porque,

já perdi toda esperança

de me esquecer de você.

 

 

-Antônio Manoel Abreu Sardenberg: também nascido em São Fidélis. É o criador do conceituado site "Alma de Poeta", que congrega uma infinidade de obras literárias de autores consagrados. Também, presta um grande serviço à língua pátria, divulgando cultura pela internet. É delegado da UBT-São Fidélis, já tendo realizado vários encontros e concursos literários.

 

A verdade nos maltrata
nesta lição contundente:
saudade que não se mata,
aos pouquinhos mata a gente.

 

-Antônio Roberto Fernandes: também natural de São Fidélis, tem, no entanto, sua vida literária e profissional ligada a Campos. Foi o grande incentivador e comandante do "Café Literário".

Sou feliz! Não vivo ao lado

das estrelas na amplidão,

mas posso ter um punhado

de vagalumes na mão!

 

Prata Tavares: de Conceição de Macabu, mas radicado em Campos, exerceu a profissão de radialista e jornalista, sendo redator-chefe do jornal "A Cidade":

Roubei-te um beijo outro dia,

todo nervoso, afobado,

e fazendo-o, quem diria

que roubando fui roubado!

 

-Sonia Vasconcellos:

No trem do meu casamento

a sogra pegou carona.

Se a vida a dois é tormento,

vida a três é maratona!

 

-Walter Siqueira: de Quissamã. Foi fundador da Academia Pedralva de Letras e seu Presidente desde a sua fundação, em 1947, até 1954. Membro da Academia Campista de Letras, do Instituto Campista de Literatura e da União Brasileira de Trovadores. Foi, portanto, o quissamaense mais campista que já existiu.

Quando, manhã, bem cedinho,

abrindo os olhos desperto,

através do teu carinho,

vejo logo um céu aberto!

 

-Latour Neves Silva Arueira: o saudoso Latour Arueira era jornalista atuante. Foi presidente da Academia Pedralva de Letras de Campos de 1972 a 1974 e durante muitos anos presidiu o Conselho Nacional da UBT. Assíduo frequentador das reuniões da UBT-Seção Rio de Janeiro.

Eis que o destino descobre

a sorte que Deus me deu...

Ninguém no mundo é mais pobre

e nem mais feliz do que eu...


-Agostinho Rodrigues: Radicado na cidade de Campos dos Goytacazes, e redator do boletim literário "Navegando na Poesia", de grande sucesso em todo o Brasil.

Minha fonte respeitada,
que eu amava com fervor,
hoje está purificada
junto a Deus, Nosso senhor!

----------------------------------------

       À Neiva de Souza Fernandes, Trovadora Ilustre e Delegada da UBT – Campos, que, corajosamente idealizou este certame de Trovas, almejamos que realize muitos outros, com o apoio da comunidade campista, para elevar cada vez mais o nome de Campos dos Goytacazes. Como homenagem ao seu desprendimento e dedicação constantes, registramos uma de suas inúmeras Trovas:

Quem me dera alguém pudesse
entender meu sentimento.
Seria a trova uma prece
para o fim do sofrimento!

 

E eu fui falando ... falando,

quase esquecendo o presente...

Mas volto lhes confessando

o que hoje a minha alma sente...

 

Permitam - me lhes dizer,
com infinita humildade,
que nem sei como conter
meu grau de felicidade...

 

Estou realmente encantada
por tudo que me fizeram,
e levo na alma guardada
toda a atenção que me deram.

 

Em meio a tanta afeição
a minha emoção é tanta
que as frases de gratidão
morrem presas na garganta.

 

Pela amizade, que fez

maravilhoso o meu dia,
eu partilho com vocês

a minha grande alegria.

 

Caros irmãos Trovadores:
- Num preito de gratidão,

trouxe-lhes milhões de flores

no jardim do coração.

 

Que a Neiva, dia após dia,

tendo idéia sempre nova,

como nova estrela guia

guie os destinos da Trova...

 

Pessoalmente e em nome e da União Brasileira de Trovadores - Seção Rio de Janeiro, cumprimento a querida Irmã Trovadora Neiva de Souza Fernandes, D.D. Delegada da UBT de Campos dos Goytacazes, aos demais dirigentes, sócios, amigos da trova. Agradeço também ao Magnífico Trovador Edmar Japiassú Maia, que me indicou para mostrar esses "Dois Dedos de Trovas". E a todos que testemunharam a alegria que se reflete no meu semblante e cala em minha alma, finalizo dizendo:

Deus é tão amigo dos poetas que lhes deu inspiração para cantar, em versos, a grandiosidade da Natureza e dotou o "homem comum" de sensibilidade para entender a bendita linguagem do amor e da Poesia ...

 
Maria Nascimento Santos Carvalho

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sábado, 19 de março de 2011

LANÇAMENTO LIVRO AFLUÊNCIAS EM ENTRE-IJUÍS

Vem aí....

Lançamento do Livro Afluências.



Dia 19 de Abril de 2011, em Entre-Ijuís
Local CTG Passo do Ijui -
Rua Integração - Entrada Principal de Acesso a Entre-Ijuís
Hora: 19h e 30min


Agende-se!

Mais informações, entre em contato com o Prof. Mário ou Jandira pelo fone 9978-7788 .

Em breve, vamos postar o convite oficial a todos os Poetas do Acampamento.

Aguarde!!!

VISITE SEMPRE O CANTINHO VIRTUAL DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-ÍJUIS. http://acampamentodapoesia.blogspot.com/

DELICATTA - Evento poético - enviado por Luiza Moreira



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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

POEMA ENVIADO POR RENATO SCHORR

Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr

O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.

Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.

Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.


Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.


Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!


Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.

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POEMA ENVIADO POR RENATO SCHORR

Bolicheiro de São João Batista
Por: Renato Schorr

O bodegueiro apontava no caderno
Cachaça banha açúcar e querosene
Até vinho que na venda não havia
Vigiava matreiro ideias desconfiadas
E de quem ousasse pedir explicação
Ao final do dia ele pedia penitência.

Encontrei o tal bolicheiro
Despachando mui faceiro
Reparei num dos sujeitos
Escorado assim no balcão
outro andarengo vagaroso
Ambos olhares “sedentos”
Sem merecer do anfitrião
A tão esperada fidalguia.

Travei batalha nas ideias
Reconhece-los requeria
Semblantes mui antigos
Remoçados sem retoques
Cataloguei alguns traços
Enviei pro decodificador
Tardou poucos segundos
Veio o retorno inesperado.


Escorado estava Antonio Sepp
São João Batista era a redução
O andejante Antonio Pitanga
Daquele rincão fora um Cacique
Construtor de muitos caiques
São tempos pra rememoração.


Lembrei-me do homem da forqueta
E das assertivas que tanto insistia
Foi aqui tenho certeza pestanejava
Visão ampla pesca águas abundantes
Então “acordei” confrontei imagens
Dos olhos saltou-me qual alucinação
Dúvidas não ai depois dessas ilações
Muitas certezas felizes explicações
Confirmei no imaginário da razão
Dois homens dois tempos uma nação
Mário Simon de Sepp é reencarnação!


Relatei ao bolicheiro minha dedução
Franziu o cenho raspou os dois cílios
Com a velha coqueiro de picar fumo
Dos olhos arregalou-se estupefato
No caderno fez rasuras até supressões
Qual nunca visto gaguejou um urro
Soltando fumaça pelas duas narinas
Não! Chicote de Antonio Sepp – nãããooo!
De joelhos suplicou santas proteções
Claro está antanho fora ele o bolicheiro.

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domingo, 19 de dezembro de 2010

ACAMPAMENTO 2010



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ACAMPAMENTO 2010



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ACAMPAMENTO 2010



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ACAMPAMENTO 2010



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SLIDES DO ACAMPAMENTO



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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Divulgação novidades 2011 - SOLBATT

SOLBATT com novidades 2011... Visite e escreva seu comentário:

http://guiasaoluiz.net/2010/11/solange-battirola-e-a-mais-nova-articulista-do-guia-sao-luiz/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

É tarde por Iolanda Martha Beltrame

Quero...
Procuro...
    Não acho.
Sonhos diluidos
   Escombros da paixão
        Mais nada
Aquela tarde
       Pautava esperanças
            Vazia
                 se apaga
                     Na bruma
            Pungida no adeus
 
                                    Iolanda Martha eltrame                            
 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ACAMPAMENTO DA POESIA 2010

ACAMPAMENTO DA POESIA TERMINOU DOMINGO

Com um almoço de confraternização no meio-dia de domingo, 24, o Acampamento da Poesia de Entre-Ijuís fechou sua 9ª edição que teve início na sexta-feira, dia 22. Reunindo três dezenas de poetas de várias cidades do Rio Grande do Sul e de outros estados, neste ano os participantes  foram surpreendidos  com novidades e muita emoção. Na manhã de sábado, os poetas foram convidados para o lançamento de um livro publicado pelos alunos e professores da Escola Municipal Antônio Cortez. A surpresa ficou por conta do fato de que o livro nasceu da leitura dos livros  Afluências publicados pelo Acampamento e das visitas de autor presente de poetas que visitaram a escola nos anos anteriores.
Segundo os coordenadores do Acampamento da Poesia, um dos principais objetivos do evento é exatamente o incentivo à leitura e produção de texto. Os livros Afluências, já em número de oito edições, são direcionados para as escolas municipais, onde os professores os usam como material didático para os alunos. Ver o trabalho dos poetas concretizado no livro da Escola, Encantos da Poesia, foi gratificante para todos os poetas.
Outro momento de emoção foi a entrega de "comendas" da Real Academia de Letras, com sede em Porto Alegre, e da Confraria da Ordem dos Poetas – Brasil, a dois poetas do Acampamento, o escritor Mário Simon, de Santo Ângelo, e a poeta Edinara Leão, de Santa Maria, ambos pelas atividades e iniciativas culturais em suas cidades.  A indicação para a comenda é do Comendador poeta Frederico Eduardo Wollmann, de Cachoeira do Sul, e foi chancelada pela Real Academia de Letras em junho do presente ano e, entregue pelo Comendador Frederico no Acampamento, sábado á tarde. A honraria é constituída de um diploma e de medalha em forma de cruz gamada azul e com bordas banhadas em ouro. Conforme os agraciados, a honraria servirá para fortalecer ainda mais o Acampamento da Poesia e as atividades que contribuem para o desenvolvimento cultural e educacional.
Para 2011, a coordenação do Acampamento da Poesia se prepara desde já para festejar os dez anos do evento com atividades especiais.

HOMENAGEM A NOSSA AMADA JANDIRA SIMON

ODE À JANDIRA
            No 9º Acampamento da Poesia ocorreram dois momentos grande significação, um deles abordaremos na próxima semana, o outro, foi uma homenagem prestada à Jandira Simon, a mãezinha dos poetas, aliás, justa e merecida feito poucas!

                                  

                                  

            Quando os anjos sem asas, trazem um alento fraterno, aos vaga-lumes com letras de luzes, salpicando versos feito rituais, cortando retretas angulares febris, brilham nossos olhos teatrais.
Remanescem as tutelas da candura, irradiando estelares menções, nos tempos perfilados da paz, uma face imantada incendeia, nostálgicos anseios fraternos, peito imenso, abrigo de sedentos.
Quarteadora de rondas sutis, nascente de tantas vertentes, versada em canções magistrais, colo doce sendo socializado, no infinito de um só coração, abrem-se oceanos de bondade.
            Vitrine portentosa de sorrisos, nocauteando vis tristezas, moderna acepção de matizes, espelhada na medula ancestral, traços robustos de cantilenas, moldados na ferraria do saber! (Renato)
            Nossas manhãs somam-se às tuas façanhas. Nossas alegrias figuram nos teus dias. Degustamos do teu ser..., tuas gostosuras, tuas delícias, tuas gentilezas, tua formosa.
            Tua magnífica pessoa penetra corações, perpassa gerações, gera emoções. Os poetas do Acampamento clamam..., todos te chamam te convidam: - Jandira vem cirandar! - Entra na nossa roda! Nossos versos são uma homenagem, para hoje te cantar, vem vamos juntos nos braços da poesia bailar! (Solange)
            Jandira mulher, teu olhar profundo, abraço materno que acolhe a todos, como se filhos fossem, saudades levamos de tuas mãos macias, do teu beijo sincero e tua afetividade, tens a sensibilidade das flores, sente o que nós sentimos, vê através da curta convivência, toda nossa carência, usufruímos de tua sapiência e tua amabilidade infinda. E é por isso que aqui estamos e aqui voltamos, sempre que somos convidados. (Nair)
Olhos de candura encurtam distâncias, se há ânsia de chegar, é porque braços-abraços nos enlaçam, hoje estamos aqui porque pássaros cantam em cancelas abertas, porque pradarias de terra cascalha à chegada, e porque tu nos recebe! Abre as portas de tua casa, a mesma e única casa, a casa de todos. Nossa casa prepara mãos para a mesa. Presença diluída, que não se impõe. Translúcida presença. Em tudo presente é você que corre: chá para os doentes, socorro aos desabrigados da enchente, um casaquinho para os friorentos, cobertas, cobertas, cobertas. Abertas. Abertas. Abertas. (Edinara)
            Zeus é Deus, não é teu nem meu, é do Universo Ulisses o conquistador, Penélope a sua Mulher teceu, vinte longos anos a sua espera, a nossa espera é curta - 365 dias - nos separa do acampamento! É ínfima perto da espera de Jandira, Jandira tece comunhão, tece solidariamente reunião, tece, sensivelmente, construção. Como uma libélula, larga suas teias, para captar o amor dos poetas do acampamento da poesia. (Luiz Carlos). Creio que falar algo mais representaria insensatez!
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POETAS DO ACAMPAMENTO DA POESIA DE ENTRE-IJUÍS

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Lançamento do Livro Afluências 8 dos Poetas do Acampamento da Poesia por SolBatt