terça-feira, 27 de abril de 2010

Poema de João Justiniano

Tamos indo bem, seu Mário, tamos indo bem, dona Battirola, tamos indo bem!
Com certeza até o próximo encontro estaremos com milhares de leituras  neste blog.
E para o pessoal não pensar que apesar de escravo do soneto não escrevo coisa diferente,
vai esta:

CRISTO NASCEU.
                25-12-07.

Meia noite, vinte e quatro de dezembro.
O ano?
Zerou, e começa nova era...
O galo canta:
- Cristo nasceu!
E a ovelha bala:
- Pois é...
Dá sopros, mugindo, o boi:
- Não foi! Não foi!
Vêm os cordeiros agora,
contemplam o nascituro.
Vêem
a estrela encimando a mente
e dizem aos animais:
- Senhores,
cantai, a Estrela é de Davi.
É um novo rei que nos vem...

- Mas logo aqui em Belém,
mastiga o muar zangado,
e volta a ovelha:
- Pois é!

Chegam depois os reis,
olham, reolham, festejam.
Oferecem mirra e incenso,
óleos santos do oriente
e dizem:
- Nós vimos a estrela e a seguimos...
Está escrito no passado
que numa gruta, em Belém,
nasce o rei da humanidade.
Nós viemos adorá-lo.

Todos, todos os presentes,
pastores e animais,
respondem em coro:
- Nós também!

E juntos cantam:
- Nasceu, nasceu,
Jesus nasceu em Belém
para glória do Senhor
e paz da humanidade.
Viemos testemunhar.

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