sexta-feira, 29 de outubro de 2010

HOMENAGEM A NOSSA AMADA JANDIRA SIMON

ODE À JANDIRA
            No 9º Acampamento da Poesia ocorreram dois momentos grande significação, um deles abordaremos na próxima semana, o outro, foi uma homenagem prestada à Jandira Simon, a mãezinha dos poetas, aliás, justa e merecida feito poucas!

                                  

                                  

            Quando os anjos sem asas, trazem um alento fraterno, aos vaga-lumes com letras de luzes, salpicando versos feito rituais, cortando retretas angulares febris, brilham nossos olhos teatrais.
Remanescem as tutelas da candura, irradiando estelares menções, nos tempos perfilados da paz, uma face imantada incendeia, nostálgicos anseios fraternos, peito imenso, abrigo de sedentos.
Quarteadora de rondas sutis, nascente de tantas vertentes, versada em canções magistrais, colo doce sendo socializado, no infinito de um só coração, abrem-se oceanos de bondade.
            Vitrine portentosa de sorrisos, nocauteando vis tristezas, moderna acepção de matizes, espelhada na medula ancestral, traços robustos de cantilenas, moldados na ferraria do saber! (Renato)
            Nossas manhãs somam-se às tuas façanhas. Nossas alegrias figuram nos teus dias. Degustamos do teu ser..., tuas gostosuras, tuas delícias, tuas gentilezas, tua formosa.
            Tua magnífica pessoa penetra corações, perpassa gerações, gera emoções. Os poetas do Acampamento clamam..., todos te chamam te convidam: - Jandira vem cirandar! - Entra na nossa roda! Nossos versos são uma homenagem, para hoje te cantar, vem vamos juntos nos braços da poesia bailar! (Solange)
            Jandira mulher, teu olhar profundo, abraço materno que acolhe a todos, como se filhos fossem, saudades levamos de tuas mãos macias, do teu beijo sincero e tua afetividade, tens a sensibilidade das flores, sente o que nós sentimos, vê através da curta convivência, toda nossa carência, usufruímos de tua sapiência e tua amabilidade infinda. E é por isso que aqui estamos e aqui voltamos, sempre que somos convidados. (Nair)
Olhos de candura encurtam distâncias, se há ânsia de chegar, é porque braços-abraços nos enlaçam, hoje estamos aqui porque pássaros cantam em cancelas abertas, porque pradarias de terra cascalha à chegada, e porque tu nos recebe! Abre as portas de tua casa, a mesma e única casa, a casa de todos. Nossa casa prepara mãos para a mesa. Presença diluída, que não se impõe. Translúcida presença. Em tudo presente é você que corre: chá para os doentes, socorro aos desabrigados da enchente, um casaquinho para os friorentos, cobertas, cobertas, cobertas. Abertas. Abertas. Abertas. (Edinara)
            Zeus é Deus, não é teu nem meu, é do Universo Ulisses o conquistador, Penélope a sua Mulher teceu, vinte longos anos a sua espera, a nossa espera é curta - 365 dias - nos separa do acampamento! É ínfima perto da espera de Jandira, Jandira tece comunhão, tece solidariamente reunião, tece, sensivelmente, construção. Como uma libélula, larga suas teias, para captar o amor dos poetas do acampamento da poesia. (Luiz Carlos). Creio que falar algo mais representaria insensatez!
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